taxa selic

Queda da taxa Selic: o impacto direto no financiamento imobiliário

A queda da taxa Selic volta ao centro das atenções do mercado em 2026. Depois de um período prolongado de juros elevados, o cenário começa a mudar, e isso afeta diretamente o financiamento imobiliário, especialmente aquele baseado nos recursos da poupança, o modelo mais tradicional do setor no Brasil.

Historicamente, sempre foi assim: quando os juros caem, o crédito destrava, o comprador volta ao mercado e o setor imobiliário reage.

Taxa Selic e taxa de juros: relação direta com o crédito imobiliário

A Taxa Selic funciona como o termômetro de todo o sistema financeiro. Quando está elevada, os bancos encarecem o crédito. Quando começa a cair, o efeito é imediato sobre a taxa de juros dos financiamentos imobiliários.

Com a perspectiva de redução gradual da Selic ao longo de 2026, os bancos passam a ter mais espaço para:

  • Reduzir juros finais ao comprador
  • Alongar prazos com menor custo
  • Retomar linhas tradicionais de crédito via poupança

Esse movimento já vem sendo apontado pela Abecip, que projeta crescimento relevante nas concessões de financiamento imobiliário neste ano.

Financiamento imobiliário via poupança volta ao jogo

O crédito imobiliário lastreado na poupança sempre foi a base do mercado. Durante o período de juros altos, esse modelo perdeu força, tanto pela redução de depósitos quanto pela perda de competitividade frente a outras aplicações financeiras.

Agora, com a queda da taxa Selic, o cenário começa a se inverter:

  • A poupança volta a captar recursos
  • Os bancos liberam mais crédito via SBPE
  • O financiamento imobiliário tradicional retoma protagonismo

Segundo projeções do setor, as concessões via poupança devem crescer de forma consistente em 2026, revertendo a retração observada nos últimos anos.

O que muda para quem quer comprar imóvel

Na prática, a queda dos juros representa:

  • Parcelas mais acessíveis
  • Maior poder de compra
  • Melhores condições de aprovação de crédito

Além disso, o comprador volta a enxergar previsibilidade no financiamento, algo essencial para decisões de longo prazo, como a aquisição de um imóvel residencial ou de investimento.

Esse sempre foi o motor do mercado imobiliário brasileiro: crédito previsível, juros controlados e financiamento de longo prazo.

Impacto direto no mercado imobiliário

Com a taxa de juros em trajetória de queda, o setor tende a responder em cadeia:

  1. Mais crédito disponível
  2. Aumento da demanda
  3. Melhora no ritmo de vendas
  4. Retomada gradual dos lançamentos

Mesmo com o crescimento de alternativas como CRIs e funding bancário próprio, o financiamento via poupança continua sendo o pilar mais estável e acessível do mercado.

Conclusão: juros mais baixos, mercado mais ativo

Não é novidade nem modismo. Sempre funcionou assim.
Quando a Taxa Selic cai, o financiamento imobiliário reage, o comprador volta e o mercado se reorganiza.

Se a trajetória de queda dos juros se confirmar ao longo de 2026, o setor imobiliário tende a viver um período de retomada mais sólida, baseada em fundamentos clássicos: crédito, confiança e capacidade de pagamento.

Fonte: Metro Quadrado

By Lancamentos-RJ

Preencha o Formulário abaixo e fique por dentro de tudo da Lançamentos - RJ

Compatilhe:

Destaque:

Mais conteúdos:

Informações e disponibilidade das últimas unidades!

Preencha as colunas abaixo e fale conosco:

Filtros

Localização
Região
Tipo do Imóvel
Filtrar por Preço - slider
R$0,00R$30.000.000,00
Estágio do imóvel
Conversar ao Vivo
Estamos Online!
Olá,
Posso ajudar?